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Bocalom vai à UFAC, visita Centro Paralímpico e promete manter apoio a projeto de esporte adaptado

O prefeito de Rio Branco, Tião Bocalom, visitou na sexta-feira (20) o Centro de Referência Paralímpico da Universidade Federal do Acre (UFAC) e acompanhou de perto atividades realizadas com pessoas com deficiência, incluindo crianças, jovens e adultos. Ao lado da primeira-dama, Kelen Bocalom, ele percorreu as áreas de treino e afirmou que a prefeitura continuará dando suporte ao projeto, que atende participantes da capital e também de municípios do interior do Estado.

O Centro opera por meio de parceria entre União, Governo do Acre, Prefeitura de Rio Branco, UFAC e Comitê Paralímpico Brasileiro. Durante a visita, Bocalom afirmou que o trabalho desenvolvido no espaço tem efeito direto na inclusão e no bem-estar dos alunos e reforçou o compromisso do Executivo municipal com a continuidade das ações. “Tenho certeza de que podem continuar contando com o apoio da Prefeitura, porque é um projeto que realmente vale a pena. Isso aqui é feito com amor”, disse.

A UFAC apontou que o Centro também aproxima a comunidade da universidade e amplia o acesso ao esporte. A professora Lya Beiruth, da Pró-Reitoria de Extensão, afirmou que o espaço permite que pessoas com deficiência tenham acesso tanto a modalidades convencionais quanto a práticas adaptadas. “O Centro Paralímpico possibilita que a comunidade conheça a universidade e tenha acesso tanto ao esporte convencional quanto ao adaptado para pessoas com deficiência”, declarou.

Entre as modalidades oferecidas estão natação, halterofilismo, bocha e goalball. Além da participação esportiva, o projeto trabalha com a identificação de talentos para competições. Representante do Comitê Paralímpico Brasileiro, Jader Andrade explicou que o atendimento contempla crianças a partir de 7 anos, além de jovens e adultos, com foco na inclusão. “Atendemos crianças a partir dos 7 anos, além de jovens e adultos, com o objetivo principal de promover a inclusão por meio do esporte”, afirmou.

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A coordenadora do projeto, professora Lucy Queiroz, disse que a expectativa é ampliar o alcance do Centro e levar as atividades para outros espaços, o que depende da manutenção das parcerias. “Nosso sonho é ampliar esse atendimento, levando o projeto para outros espaços e alcançando ainda mais pessoas”, disse.

O impacto do atendimento também aparece em relatos dos próprios participantes. Moradora do bairro Cidade Nova, Adaíres Lane contou que, após iniciar a natação, as dores diminuíram e ela reduziu o uso de medicação. “Depois que comecei a natação aqui, minhas dores diminuíram cerca de 80%, sem necessidade de medicação”, afirmou.

A visita do prefeito foi tratada como parte de uma agenda voltada a políticas públicas de inclusão e incentivo ao esporte, com expectativa de manutenção do funcionamento do Centro e ampliação do atendimento para alcançar mais pessoas com deficiência no Acre.

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