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Notícia

Governo do Acre entrega 100 casas do Pró-Moradia e projeta 2,7 mil unidades até o fim de 2026

O governo do Acre entregou nesta terça-feira (31) 100 moradias do Programa Pró-Moradia, em mais uma etapa de um conjunto de 383 unidades, com investimento total acima de R$ 12,5 milhões, já incluídos os terrenos. As casas, com 44,05 m², têm dois quartos, sala, cozinha, banheiro e área de serviço e foram construídas em 646 dias, em área com infraestrutura e acesso a serviços públicos.

A entrega contemplou famílias em situação de vulnerabilidade, com prioridade para inscritos no CadÚnico e beneficiários de programas sociais, além de idosos, pessoas com deficiência, mulheres chefes de família, vítimas de violência doméstica e moradores afetados por enchentes ou que viviam em áreas de risco. O governo também informou que 3% das unidades são reservadas a pessoas em situação de rua.

Entre os novos moradores está a diarista Oneide Soares da Silva, de 54 anos, que esperou 17 anos para conquistar a casa própria. “Agora posso dizer: a casa é minha, não é de ninguém mais”, disse. A mãe solo Francineia Paulino, de 33 anos, moradora do Taquari, relatou que a mudança representa estabilidade para criar os filhos. “Essa casa abre um novo capítulo na nossa vida. Agora posso oferecer mais conforto e estabilidade para meus filhos”, afirmou.

Durante o evento, o governador Gladson Camelí disse que a casa própria está ligada à melhoria das condições sociais das famílias e associou a entrega ao esforço do Estado para reduzir desigualdades. A Secretaria de Estado de Habitação e Urbanismo informou que há mais de R$ 12 milhões em investimentos em projetos habitacionais e que a meta é entregar 2,7 mil unidades até o fim de 2026 em mais de 15 municípios. Segundo a pasta, a plataforma de programas habitacionais já soma mais de 28 mil inscritos e, após a assinatura do contrato, as famílias têm prazo de até oito dias para se mudar.

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A secretaria estima que o déficit habitacional no Acre seja de cerca de 30 mil unidades, incluindo casos de coabitação e moradia em áreas de risco, o que mantém a demanda por novas etapas de obras e ampliações de infraestrutura nos locais que receberão os próximos conjuntos.