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Economia e Industria

Setor de serviços cresce 6,1% no Acre, aponta IBGE

O setor de serviços no Acre registrou crescimento de 6,1% nos dados divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) e repercutidos pelo Jornal Opinião, resultado que indica aumento da atividade no segmento que concentra parte relevante das ocupações e do consumo no estado, em um contexto em que a circulação de renda e a demanda por serviços do cotidiano ajudam a explicar a variação observada.

A alta ocorre em um setor que reúne desde transporte e alimentação até reparos, tecnologia e serviços prestados a famílias e empresas, áreas diretamente ligadas à dinâmica urbana e à rotina de negócios. Quando esses ramos aumentam o volume de atendimento, a movimentação chega mais rápido ao comércio e à prestação de serviços em bairros e centros, com reflexos sobre contratações, renda de trabalhadores por conta própria e fluxo de clientes em estabelecimentos que dependem do consumo recorrente.

No Acre, a composição econômica historicamente foi marcada pelo peso do setor público, com influência da folha de pagamento e de contratações ligadas à administração. Por isso, a expansão dos serviços é lida como um sinal de maior participação de atividades privadas na sustentação do nível de atividade, ampliando a presença do setor terciário como alternativa de geração de renda fora da estrutura estatal e reduzindo a dependência de um único motor de crescimento.

O desempenho também recoloca no debate os limites para manter o ritmo ao longo de 2026. Na repercussão dos números, a continuidade do crescimento é associada à necessidade de enfrentar “custos logísticos” e “carga tributária”, fatores que pesam sobre empresas e trabalhadores em uma região onde distâncias, fretes e acesso a mercados influenciam preços e margens.

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A atenção do mercado e de empreendedores, nesse cenário, se volta para medidas de financiamento e estímulo a pequenos negócios, com foco em crédito e apoio à formalização, apontados como caminhos para sustentar a demanda e transformar o avanço registrado pelo IBGE em trajetória mais estável.