O governo do Acre informou nesta terça-feira (3) que a obra do Centro de Atendimento ao Servidor Penitenciário, em Rio Branco, avança conforme o cronograma, com investimento de R$ 1,8 milhão custeado pelo Instituto de Previdência do Acre (Acreprevidência) para atender servidores do Instituto de Administração Penitenciária (Iapen).
O prédio está sendo construído com foco na oferta de serviços de saúde voltados aos trabalhadores do sistema penitenciário estadual. Segundo a Agência de Notícias do Acre, o centro disponibilizará atendimentos em odontologia, psicologia, psiquiatria e fisioterapia, além de um estúdio de pilates, com a proposta de atuar na prevenção e no acompanhamento da saúde dos servidores.
O presidente do Iapen, Marcos Frank Costa, afirmou que a estrutura representa uma medida da gestão estadual direcionada aos profissionais do sistema prisional. “Agradecemos ao governo do Estado, porque essa obra é fruto do compromisso da gestão com os servidores penitenciários, trazendo mais qualidade de vida e bem-estar para a categoria”, declarou.
De acordo com o chefe do Departamento de Engenharia do Acreprevidência, Manoel Pinheiro, o andamento dos trabalhos enfrentou dificuldades iniciais nas fundações e também períodos de chuvas acima da média nos últimos meses, mas segue dentro do planejamento. “Houve uma dificuldade inicial, que foram as fundações. Contudo, está correndo muito bem; a dinâmica é muito boa”, relatou.
O chefe do Departamento de Infraestrutura do Iapen, Paulo Renato Dantas, informou que não há intercorrências na execução e que os equipamentos para a sala de odontologia e para o estúdio de pilates já foram adquiridos. “A gente está sem nenhum tipo de intercorrência; é uma obra complexa, mas está tudo dentro do previsto. A parte da sala de odontologia, os equipamentos estão comprados, os equipamentos de pilates também, realmente a gente está se limitando agora à parte de engenharia, de construção”, disse.
A chefe da Divisão de Assistência ao Servidor Penitenciário (Dasp), Adriana Maia, avaliou que a oferta de atendimentos pode refletir na rotina do sistema prisional. “Uma melhora efetiva da saúde e qualidade de vida que retorna para o sistema penitenciário por meio da satisfação de seus trabalhadores gerando, consequentemente, menor adoecimento, menos afastamentos relacionados à saúde”, afirmou.