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Notícia

TJAC vence Prêmio Juízo Verde do CNJ com projeto que prevê plantar 15 mil árvores

O Tribunal de Justiça do Acre (TJAC) venceu o Prêmio Juízo Verde, do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), na categoria Indicadores de Produtividade/Área Ambiental na Justiça Estadual. A premiação foi entregue na sexta-feira (14), em Brasília, durante a abertura da 4ª edição do encontro Judiciário Sustentável. O reconhecimento foi conquistado com o projeto Plantando o Futuro, que prevê o plantio de 15 mil árvores até 2030 e ações para reduzir os impactos ambientais das atividades do Judiciário acreano.

O prêmio consiste em um selo honorífico concedido a instituições que apresentam resultados na atuação jurisdicional relacionada ao meio ambiente e adotam práticas sustentáveis na administração. Na cerimônia, o TJAC foi representado pela desembargadora Waldirene Cordeiro, pela secretária de Infraestrutura, Ana Paula Carrilho, e pela coordenadora de Sustentabilidade e Responsabilidade Socioambiental, Valcilda Amorim.

O Plantando o Futuro integra o Plano de Logística Sustentável do Tribunal e reúne medidas de curto e longo prazo. Além do plantio de árvores para ampliar a arborização urbana e contribuir com o equilíbrio climático, o projeto prevê a compensação das emissões de gases de efeito estufa produzidas pelas rotinas operacionais do Poder Judiciário.

Outra frente do projeto é a ampliação das campanhas de conscientização ambiental. As ações devem envolver magistrados, servidores, instituições parceiras e integrantes da sociedade civil.

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A iniciativa segue as Resoluções nº 400/2021 e nº 594/2024 do CNJ e está relacionada aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da Organização das Nações Unidas. As medidas fazem parte da estratégia do Tribunal para incorporar práticas ambientais à gestão e reduzir os efeitos das atividades institucionais sobre o meio ambiente.

A pauta ambiental também esteve entre os temas discutidos durante o encontro Judiciário Sustentável. O conselheiro do CNJ Ilan Presser defendeu a adoção de governança, transparência e administração sustentável pelos tribunais, juntamente com maior rapidez na solução de processos ambientais.

O presidente do Superior Tribunal de Justiça (STJ), ministro Herman Benjamin, tratou da necessidade de fortalecer as instituições na Amazônia para enfrentar crimes como a grilagem e a destruição de recursos naturais. O debate também abordou a incorporação da sustentabilidade e da transição climática às políticas permanentes do sistema de Justiça.

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