Nova administração também terá Waldirene Cordeiro na Vice-Presidência e Regina Ferrari na Corregedoria-Geral da Justiça
O desembargador Júnior Alberto foi eleito presidente do Tribunal de Justiça do Acre (TJAC) para o biênio 2027-2029. A escolha ocorreu por aclamação, na quarta-feira (14), durante sessão extraordinária do Pleno Administrativo, realizada no Palácio da Justiça, em Rio Branco. A posse da nova administração está prevista para fevereiro de 2027.
A composição da direção do Judiciário acreano também terá a desembargadora Waldirene Cordeiro como vice-presidente e Regina Ferrari à frente da Corregedoria-Geral da Justiça. Júnior Alberto substituirá Laudivon Nogueira, que atualmente preside o Tribunal.
Após a eleição, o novo presidente afirmou que pretende dar continuidade aos projetos de modernização do Judiciário e ampliar a integração entre os desembargadores e as unidades administrativas, com foco na melhoria dos serviços prestados à população.
“Na minha gestão, a Presidência será uma extensão dos gabinetes”, declarou Júnior Alberto, ao defender uma administração baseada no diálogo e na participação dos integrantes da Corte.
A sessão também definiu os responsáveis por outros setores do Tribunal. Laudivon Nogueira foi escolhido para dirigir a Escola do Poder Judiciário, enquanto Nonato Maia assumirá a Coordenação dos Juizados Especiais.
Na composição das câmaras julgadoras, Samoel Evangelista foi escolhido para presidir a Câmara Criminal, Roberto Barros ficará à frente da Primeira Câmara Cível e Nonato Maia comandará a Segunda Câmara Cível.
Natural de Brasiléia, Júnior Alberto é formado em Direito pela Universidade Federal do Acre (Ufac) e ingressou na magistratura em 1995. Ao longo da carreira, atuou nas comarcas de Sena Madureira, Cruzeiro do Sul e Rio Branco, chegando ao cargo de desembargador em maio de 2014.
O magistrado também exerceu funções administrativas no TJAC, entre elas a de corregedor-geral da Justiça e ouvidor-geral. Atualmente, integra a Segunda Câmara Cível e atua na Coordenação dos Juizados Especiais.
A eleição marcou ainda o retorno da escolha da administração do Tribunal ao Palácio da Justiça, prédio histórico que não recebia uma votação dessa natureza desde outubro de 2000.