O Acre caiu quatro posições e passou a ocupar o 26º lugar no pilar de Eficiência da Máquina Pública do Ranking de Competitividade dos Estados. Na edição anterior, referente a 2025, o estado aparecia na 22ª colocação nacional. Com o resultado de 2026, ficou entre os piores desempenhos do país no indicador que avalia aspectos da administração estadual.
A queda amplia a distância do Acre em relação aos estados mais bem posicionados nesse segmento. Em 2025, além de ocupar o 22º lugar no Brasil, o estado aparecia na quarta colocação entre as unidades da Região Norte, atrás de Amazonas, Rondônia e Tocantins.
O pilar de Eficiência da Máquina Pública corresponde a 10% da composição do Ranking de Competitividade. A avaliação considera a capacidade dos governos de administrar recursos e prestar serviços à população, reunindo critérios relacionados à gestão de pessoal, controle de despesas, profissionalização do serviço público e funcionamento da estrutura administrativa.
Entre os indicadores considerados estão custos dos poderes Executivo, Legislativo e Judiciário em relação à economia estadual, produtividade e eficiência do Judiciário, qualidade das informações contábeis e fiscais, transparência, oferta de serviços públicos digitais e relação entre os salários pagos nos setores público e privado.
O resultado do pilar ocorre em um cenário no qual o Acre também aparece na parte inferior da classificação geral do Ranking de Competitividade dos Estados de 2026. O estado ocupa a 26ª posição entre as 27 unidades da Federação, com 24,73 pontos, ficando à frente apenas do Amapá, que registrou 24,50 pontos.
Na classificação geral, Santa Catarina assumiu a liderança nacional em 2026, seguida por São Paulo e Paraná. Na Região Norte, o Amazonas teve o melhor resultado, na 14ª colocação do país, enquanto Pará, Acre e Amapá aparecem nas três últimas posições nacionais.
O Ranking de Competitividade dos Estados reúne 100 indicadores divididos em dez pilares. Além da eficiência da máquina pública, são avaliados Infraestrutura, Sustentabilidade Social, Segurança Pública, Educação, Solidez Fiscal, Capital Humano, Sustentabilidade Ambiental, Potencial de Mercado e Inovação.