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Saúde

Acre segue em alerta para SRAG e Rio Branco permanece em nível de risco

O Acre permanece em nível de alerta, risco ou alto risco para Síndrome Respiratória Aguda Grave na atualização do Boletim InfoGripe referente à Semana Epidemiológica 25, de 21 a 27 de junho. Em Rio Branco, a incidência da doença também exige atenção, embora a capital não tenha registrado crescimento sustentado na tendência de longo prazo, medida pelas últimas seis semanas.

A situação no estado acompanha o quadro observado em boa parte do país. A maior parte das unidades da federação ainda registra incidência elevada de SRAG nas duas semanas mais recentes analisadas. No Norte, a circulação de vírus respiratórios mantém a vigilância em patamar de atenção, mesmo com sinais de estabilização ou início de queda em algumas áreas.

Rio Branco aparece entre as capitais brasileiras com incidência de SRAG em nível de alerta, risco ou alto risco, mas sem alta prolongada. O grupo também inclui Aracaju, Belém, Brasília, Campo Grande, Cuiabá, João Pessoa, Macapá, Maceió, Palmas e Salvador. A ausência de crescimento nas últimas seis semanas não elimina a necessidade de prevenção, já que os níveis de ocorrência seguem elevados.

O cenário nacional tem relação principalmente com a circulação do vírus sincicial respiratório, que afeta sobretudo crianças pequenas e está entre as principais causas de bronquiolite e internações nessa faixa etária. Em algumas regiões, as influenzas A e B também continuam associadas ao aumento de hospitalizações por quadros respiratórios graves.

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Nas últimas oito semanas epidemiológicas, a incidência de SRAG foi maior entre crianças pequenas, com forte presença do VSR. A mortalidade, por sua vez, se concentrou entre idosos, grupo mais afetado por complicações associadas à influenza A. A Covid-19 permanece com baixa incidência de SRAG em todas as faixas etárias analisadas.

Entre os casos positivos de SRAG registrados em 2026 no país, o VSR responde pela maior parcela, seguido por rinovírus e influenza A. Nas quatro semanas mais recentes, o VSR também lidera entre os vírus detectados, à frente de rinovírus, influenza A, influenza B e Sars-CoV-2.

A recomendação para a população é manter cuidados básicos de prevenção, como uso de máscara em caso de sintomas respiratórios, evitar contato com pessoas vulneráveis durante quadros gripais, reforçar a higiene das mãos e buscar atendimento médico diante de falta de ar, febre persistente, piora do estado geral ou sinais de desconforto respiratório em crianças.

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