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Segurança

Em Rondônia operação da Polícia Federal prende suspeitos de participarem de atos de vandalismos em Brasília

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Nas primeiras horas da manhã desta quinta-feira (29), a Polícia Federal e a Polícia Civil do Distrito Federal deflagraram uma operação contra suspeitos de participarem de uma tentativa de invasão à sede da Polícia Federal e atos de vandalismo em Brasília, em 12 de dezembro.

Até as 10h, pelo menos quatro pessoas tinham sido presas em Rondônia, Rio de Janeiro e Distrito Federal, entre elas: Klio Hirano, em Brasília, Joel Pires Santana em Rondônia e o pastor evangélico Atilla Mello, em São Gonçalo, Rio de Janeiro.

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Em Rondônia, os policiais federais visitaram Ricardo Yukio Ayoma, na cidade de Ariquemes. Ele está sendo acusado de ter comprado combustíveis no dia do vandalismo ocorrido em Brasília, quando houve uma tentativa de invasão da sede da Polícia Federal, onde vários veículos foram depredados e incendiados. O bando queria resgatar um homem preso pela PF.

Os rondonienses Joel Pires Santana, 40 anos, nascido em Cacoal (RO) e pastor evangélico e Ricardo Yukio Aoyama foram presos por participarem com frequência dos atos antidemocráticos.

Um segundo rondoniense é um homem que se apresenta como pastor evangélico, Joel Pires Santana, 40 anos, nascido em Cacoal (RO) e mora em São Francisco do Guaporé. Ele foi detido em Rondônia e participa com frequência dos atos antidemocráticos em Brasília.

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Em seu perfil no Facebook, o pastor que também é juiz de paz, se apresenta como criador de conteúdo digital, e sua página coleciona dezenas de imagens de manifestações em Brasília, além de imagens de apoio a Jair Bolsonaro.

Os crimes investigados são de dano qualificado, incêndio majorado, associação criminosa, abolição violenta do Estado Democrático de Direito e golpe de Estado, cujas penas máximas somadas atingem 34 anos de prisão.

Segundo a PF, as investigações tiveram início depois da tentativa de invasão à sede da PF. À ocasião, bolsonaristas tentaram resgatar um homem preso pela instituição, no dia 12 de dezembro. Sem sucesso, iniciaram ataques de vandalismo na capital.

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